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domingo, julho 03, 2016

#MalucoPorTeatro - Sonho de uma noite de verão, no Parque, com Cia Novelo

   Desde muito pequeno eu ouvia pequenos assuntos sobre a estória de Hipólita e Oberon, mas só depois que entrei no teatro que tomei conhecimento de que tal maravilhosa estória é, na verdade, uma peça teatral escrita por William Shakespeare.

   Sabendo disso, consegui perder duas montagens na mostra da escola de teatro que frequento, mas, com a mais perfeita honra, tive a oportunidade de assistir DUAS VEZES a maravilhosa montagem da Cia Novelo numa temporada no Parque Trianon na Paulista.

quinta-feira, maio 26, 2016

#PostagemDeCelular - "O Tempo dá antes de tomar", Alice através do espelho.


Apaixonado pelo mundo de Lewis Carrol, fissurado por Jhonny Depp e influenciado pelos roteiros de Linda Woolverton, eu não poderia perder a estreia de Alice Through The Looking Glass de jeito algum.

Não é apenas entretenimento porquê ensina e deixa a gente sair diferente. Não dirigido por Tim Burton, mas por James Bobin, o filme entrou pra minha lista de MELHOR FILME das minhas duas décadas.

"O tempo dá antes de tomar"

Englobando assuntos como família, amizade, passado, presente e futuro, tudo numa intensidade de até arrancar lágrimas de sentimento, essa aventura se torna impactante para alguns e apenas passatempo para poucos. Tudo muito bom como Johnny Depp.

Postagem de Instagram



sexta-feira, maio 20, 2016

[Foto Resenha] O Palácio da Meia-Noite (El Palacio de la Medianoche), de Carlos Ruiz Zafón (Editora Suma de letras)

   Foram duas semanas tendo Zafón como campanhia no caminho até o Teatro. 
  "O Palácio da Meia-Noite" não foi apenas a melhor narrativa que li nos últimos 12 meses, mas também muito importante por me fazer voltar á minha habitualidade de ler com(im)pulsivamente.




   É a primeira vez que leio, de verdade, um livro do Zafón, já até havia me aventurado em "Marina" - outro livro do autor -, mas cheguei a não terminar por falta de tempo.
   O ingrediente principal que Ruiz Zafón usa nesse e em outros de seus livros faz o leitor se sentir envolvido e, por pura sorte do destino, ganhei toda a coleção de infanto-juvenis do autor (O Principe da Névoa, 1993; O Palácio da Meia-Noite, 1994; e As luzes de Setembro, 1995) que, com certeza, vou me aventurar em breve.
   Podem haver alguns buracos que não foram tampados na história de "O Palácio da Meia-Noite", mas o final do livro apaga todas as implicâncias desnecessárias que o leitor pode criar pra trama. No entanto, basta você ler o primeiro capítulo do livro que logo ele implicará com você que deve ser lido até o final. Uma premonição? Você o lerá. Se assim não acontecer, você poderá se sentir, digamos, incompleto.
   Então se não vai lê-lo inteiro, é melhor nem começar.


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