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As 260 postagens do blog estão passando por análises e reformatação. Todas estão arquivadas e serão republicadas aos poucos, conforme forem formatadas.
Em Abril de 2018 estará tudo normalizado.

01 de Fevereiro de 2018



domingo, junho 15, 2014

Livros novos na Sexta Feira 13


E nessa última Sexta-feira 13 chegaram meus mais novos livros!



A Verdade sobre ocaso Harry Quebert, de Joel Dicker : Vencedor de vários prêmios literários, esse livro ganhou o titulo de melhor livro do ano. Há quem ache o livro detestável e há quem o ache perfeito. Agora eu quero saber se pra mim ele realmente merece o titulo de melhor livro do ano.

Réquiem, de Lauren Oliver: Esse é o último livro da Trilogia Delírio e eu estou bastante ansioso por ele porque é o desfecho de uma trilogia que eu estou amando muito. Amigos leitores estão dizendo que é mais uma conclusão de série que destruiu toda uma história, mas eu espero não me decepcionar. Já até parei de criar expectativas.

Maze Runner: Prova de fogo, de James Dashner: Maze Runner é uma série que eu mergulhei de cabeça e estou curtindo demais. Estou curioso para saber a continuação de Correr ou Morrer. A escrita de Dashner é muito adrenalina.

Fênix: A Ilha, de John Dixon: Amigos meus, que leram Fênix, A Ilha, estão morrendo de amores pelo livro. Ainda não ouvi nenhuma reclamação sobre ele, portanto, já quero conhecer.

quarta-feira, junho 04, 2014

#Resenha - Pandemônio (Pandemonium) - Lauren Oliver


Mas agora o futuro, assim como o passado, nada significa. Agora só existe um lar erguido a partir de lixo e detritos, à margem de uma cidade destruída, logo depois de um imenso lixão; e a nossa chegada, famintos e semiparalisados pelo frio, em um lugar com comida, água e paredes que isolam lá fora os ventos brutais. Para nós, aqui é o paraíso.” Página 235


Sinopse:

Duas realidades, duas Lenas, diferentes ameaças. Antes e agora. Dividida entre o passado — Alex, a luta pela sobrevivência na Selva — e o presente, no qual crescem as sementes de uma violenta revolução, Lena terá que lutar contra um sistema cada vez mais repressor, sem, porém, se transformar em um zumbi: modo como os Inválidos se referem aos curados. Não importa o quanto o governo tema as emoções: pouco a pouco a sociedade se incendeia pelas faíscas da revolta, vindas de todos os lugares... inclusive de dentro.




Discorrer:

Pandemônio, de Lauren Oliver me mostrou o que é uma distopia!

Durante muitos anos os cidadãos foram forçados a passarem por uma intervenção da qual se encontrava a cura para o deliria, uma doença onde o Amor é o problema.
Mas dentre todos esses cidadãos, também existem aqueles que não concordam com as autoridades que falam por eles.
Existem os resistentes. Os chamados: inválidos!

Magdalena Morgan Jones me deixou maluco!
Se em Delírio a personagem já era cheia de emoção e força, em Pandemônio ela aprendeu a ser também destemida. 
A Selva a obrigou a amadurecer e a tornar a si mesma em sua maior defesa. Mais do que isso, Lena agora é um membro importante em sua "equipe" na selva.

No decorrer do livro a  narrativa caminha se intercalando entre o passado e o presente, sempre sendo contada pela personagem Lena.
É a partir dessa narrativa que o leitor vai entendendo as escolhas e os problemas de Lena e dos inválidos, e assim, criando uma opinião sobre tudo. Em cada nova cena uma intensidade maior acontece.



Opinião:

Eu amei Pandemônio, assim como eu também amei Delírio.

O primeiro volume começou meu ano, e o segundo me deu o valor que eu estimava! Melhor que o primeiro, com certeza. Mais profundo? Talvez não.
A narrativa e os detalhes foram maravilhosos e o final um pouco corrido, mas mesmo assim não foi menos admirável.

Se for fazer uma comparação entre Pandemônio e Delírio, posso dizer que Pandemônio é bem mais preciso.

Em Pandemônio conseguimos enxergar as coisas acontecendo com mais vivacidade. Há realmente um pandemônio acontecendo e a questão do ser a favor ou ser contra a cura fica mais evidente.
Talvez pelo fato desse volume não haver mais um envolvimento entre Alex e Lena, a história tenha ficado mais feroz do que profunda.
Em Delírio eu até chorei, mas em Pandemônio eu não deixei de sentir muitas emoções.

Quanto a narrativa: eu amo livros narrados em primeira pessoa, principalmente se for uma narração feminina, como por exemplo a Katniss de Jogos Vorazes, a America de A Seleção ou a Alyssa de O Lado mais Sombrio. Porém, o que achei mais curioso em Pandemônio é que os capítulos são separados pelo Antes e o Depois.
Os capítulos sobre o que aconteceu após Lena chegar na selva e perder Alex, que supostamente morreu, ficam no Antes. Já os capítulos do Depois é sobre a Lena sendo parte dos inválidos, os resistentes.

E o Show de detalhes é ótimo. 
Lauren escreve muito bem sobre o que acontece e como acontece. Porém, nos momentos finais tudo vai acontecendo rápido demais e com descrições de menos. Mesmo assim o livro continuou me prendendo e me deixando muito mais curioso pelo desfecho da série que será no terceiro e último livro.



Quotes

“– Mais uma lição que você podia muito bem aprender agora: se quiser alguma coisa, se for pegá-la para você, vai sempre estar tirando de outra pessoa. Isso também é regra. E coisas precisam morrer para que outras possam viver.” Página 136

Neste momento me ocorre que as pessoas têm seus próprios túneis: espaços escuros e sinuosos, e cavernas; é impossível conhecer todos os lugares que existem dentro delas. Mesmo imaginar é impossível.” Página 225

O ódio cresce em mim e, com ele, uma onda cada vez maior de fúria. Poderiam todos arder em chamas.” Página 289

O ódio é uma corda apertando meu pescoço” 289

Quando você deixa a palavra entrar, quando permite que se enraíze, ela se espalha como mofo por todos os cantos e espaços escuros que há em você. E com ela vêm as perguntas, os medos trêmulos e frágeis, suficientes para mantê-lo permanentemente acordado.” Página 298